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Abstract
Objetivo: Analisar o resultado visual e as complicações dos 100 primeiros olhos submetidos à facoemulsificação, realizados no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (HSPE), por cirurgiões iniciantes nesta técnica.Pacientes e Método: As 100 primeiras cirurgias de facoemulsificação realizadas por 05 cirurgiões, em pacientes do ambulatório de Catarata do HSPE, foram analisadas. A técnica utilizada foi incisão tunelizada, capsulorrexis curvilínea contínua anterior, facoemulsificação do núcleo, usando um aparelho de bomba peristáltica, e implante de lente intra-ocular, sob anestesia com bloqueio peribulbar. Resultados: As complicações ocorreram em 15,2% dos olhos, sendo rotura de cápsula posterior sem perda vítrea em 8,7%, perda vítrea em 5,4% e luxação de núcleo no vítreo em 1 olho. Em 96,7% dos olhos foram implantados LIO de câmara posterior, sendo 70,8% no saco capsular, 28% no sulco, 1,2% fixação escleral superior. A acuidade visual final foi maior que 20/40 em 89% dos olhos e nenhum evoluiu para ceratopatia bolhosa ou descolamento de retina. Conclusão: A incidência de complicações foi comparável a da literatura, sugerindo que o aprendizado pode ser iniciado no período da residência médica.
Keywords: Facoemulsificação; Curva de aprendizado; Complicação
Abstract
Objetivos: Detectar os principais achados fundoscópicos em crianças portadoras de hemoglobinopatias falciformes. Métodos: Foram estudados 26 pacientes com hemoglobinopatias falciformes, no Serviço de Oftalmologia do Hospital Universitário Onofre Lopes, Natal, RN, que foram submetidos a protocolo de pesquisa pré-estabelecido. Os resultados foram avaliados estatisticamente pelo teste qui-quadrado. Resultados: A idade média foi de 10,6 anos, com acuidade visual igual ou melhor que 20/25 na maioria, excetuando-se 3 olhos, que apresentavam outras doenças associadas. O tipo mais freqüente foi o SS com 57,7% (15/26) dos casos, seguido pelos SC e SA com 15,4% (4/26) cada, e pelo S-Thal com 11,5% (3/26). A freqüência da retinopatia por células falciformes foi maior após os 10 anos de idade, sendo mais freqüente, em valores relativos, no tipo S-Thal (100% dos casos) e, em valores absolutos, no tipo SS (9 casos). Os dois achados mais comuns foram tortuosidade venosa (12/26) e "black sunburst" (7/26). Conclusões: Observamos que a incidência de retinopatia por células falciformes aumentou após os 10 anos de idade e não evidenciamos achados da doença proliferativa. Portanto, enfatizamos a necessidade do exame oftalmológico precoce nos portadores de anemia falciforme, como forma de prevenir futuras complicações oculares.
Keywords: Anemia falciforme; Hemoglobinopatias; Fundo de olho; Doença da hemoglobina C; Doença da hemoglobina SC; Doenças retinianas; Criança
Abstract
OBJETIVO: Comparar a acuidade visual de longe e perto de pacientes submetidos à facoemulsificação binocular não simultânea com implante de lentes multifocais ou monofocais. MÉTODOS: Foram selecionados 20 pacientes com lentes multifocais bilaterais e outros 20 pacientes com lentes monofocais também bilaterais, com acuidade visual sem correção melhor ou igual a 0,63 (20/30), medidos separadamente, nos três primeiros meses de pós-operatório. Foi medida a acuidade visual para longe e perto com e sem correção e testes de sensibilidade ao contraste e ofuscamento. RESULTADOS: A acuidade visual sem correção para longe no grupo das monofocais teve média de 0,82 (DP± 0,16) e no grupo das multifocais, 0,94 (DP±0,12), valor de p 0,001. Os dois grupos de lentes tiveram visão com correção para longe igual a 1. No grupo das multifocais, 75% tiveram J1 e 100% tiveram J3 ou melhor sem correção. No grupo das lentes monofocais, 10% tiveram J1 e 70% tiveram J3 ou melhor sem correção. Não houve diferença significante na avaliação com o teste de sensibilidade ao contraste entre os grupos pesquisados. No teste de ofuscamento, os dois grupos tiveram redução da visão, que foi mais acentuada no grupo dos pacientes com lentes multifocais. CONCLUSÃO: A acuidade visual para longe com correção nos pacientes com implante multifocal foi semelhante a dos pacientes com implantes monofocais, embora a acuidade visual para perto no grupo em que foi implantado lente multifocal foi bastante superior ao grupo da lente monofocal. A sensibilidade ao contraste manteve-se semelhante nos dois grupos, já o ofuscamento ("glare test") no grupo multifocal foi maior que no grupo monofocal.
Keywords: Acuidade visual; Implante de lente intra-ocular; Lentes intra-oculares; Facoemulsificação; Adulto
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OBJETIVO: Realizar um estudo epidemiológico em estudantes de Natal/Brasil, com relação à anisometropia refracional, avaliando os seguintes critérios: sexo, idade e associação com estrabismo e ambliopia. MÉTODOS: Foram estudados 1.024 estudantes, randomicamente selecionados, pertencentes aos diversos distritos da cidade de Natal/Brasil, pelo Departamento de Oftalmologia, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), observando os seguintes aspectos, quanto à anisometropia > 2 dioptrias esférica ou cilíndrica, sexo, idade, associação com estrabismo e ambliopia, e os tipos de anisometropia. RESULTADOS: Encontrou-se prevalência de anisometropia de 2% (N=21) nos estudantes. O sexo feminino predominou com 81% (N=17). Nos estudantes com anisometropia, observou-se associação com estrabismo em 9,5% (N=2), ambos com exotropia. A associação de anisometropia com ambliopia ocorreu em 47,6% (N=10), sendo 8 casos com ambliopia unilateral e 2 casos com ambliopia bilateral. CONCLUSÃO: Houve predominância de anisometropia no sexo feminino; e aumento da prevalência de estrabismo e de ambliopia em estudantes com anisometropia.
Keywords: Anisometropia; Ambliopia; Estudantes, Erros de refração; Estrabismo
Abstract
OBJETIVOS: Avaliar a eficácia e a confiabilidade do método citológico nas lesões da conjuntiva, comparando-o com o exame histopatológico. MÉTODOS: Realizou-se estudo prospectivo em 31 lesões conjuntivais. O material para estudo foi coletado raspando-se as lesões com a ajuda da espátula de Kimura. Posteriormente, procedeu-se à exérese das mesmas que foram encaminhadas para o exame histopatológico. As lâminas do exame citológico foram coradas pela técnica de Papanicolaou. RESULTADOS: O método citológico mostrou alta especificidade (100%) e sensibilidade (92,9%). O valor preditivo positivo foi de 100% e o valor preditivo negativo foi de 94,4%. CONCLUSÕES: O simples método citológico é efetivo e seguro no diagnóstico de lesões tumorais da conjuntiva.
Keywords: Neoplasias da conjuntiva; Neoplasias da conjuntiva; Conjuntiva; Conjuntiva; Técnicas citológicas; Reprodutibilidade de resultados; Estudo comparativo
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OBJETIVO: Comparar a pressão intraocular (PIO) pré e pós-LASIK, correlacionando-as com as mudanças da espessura corneana central (ECC) e ceratometria simulada média (K), assim como verificar o resultado de fórmula corretiva proposta anteriormente. MÉTODOS: Estudo longitudinal, prospectivo, realizado em pacientes submetidos a LASIK. Os pacientes foram submetidos ao exame oftalmológico completo, no pré operatório e após 2 meses da cirurgia. A pressão intraocular foi avaliada com tonômetro de aplanação de Goldmann entre 9 h e 11 h da manhã, a ceratometria simulada média foi avaliada por meio de topografia corneana e a espessura corneana central foi aferida por paquímetro ultrassônico, sendo considerada a média de três aferições. Foram excluídos dois pacientes com cirurgias ou doenças oculares prévias, e uso prévio de corticosteróide tópico nos últimos três meses. As cirurgias foram realizadas de acordo com os procedimentos-padrão. Foi utilizada a fórmula [PIO real = PIO aferida + (540 - ECC)/71 + (43 - K)/2,7 + 0,75 mmHg] proposta para correção da pressão intraocular pós-operatória. RESULTADOS: Quinze olhos de oito pacientes foram avaliados, a idade variou de 24 a 46 anos (média: 31,37 ± 7,27). Foi observada diferença estatisticamente significante entre as medidas da pressão intraocular, de ceratometria simulada média e da espessura corneana central pré e pós-LASIK. (p=0,0001). Foi observado que para cada 1D corrigida, há uma subestimação, em média, de 1,06 ± 0,59 mmHg (0,11 a 1,89 mmHg). A aplicação da fórmula corretiva levou a 80% dos olhos com a tonometria estimada entre ± 2,50 mmHg da pré-operatória, no entanto, quando comparada com a tonometria pré-operatória, estas são estatisticamente diferentes (p=0,0266). CONCLUSÕES: Os olhos submetidos a LASIK apresentaram PIO pós-operatória menor do que a pré-operatória. A pressão intraocular pôde ser moderadamente correlacionada com a espessura corneana central e fracamente com a ceratometria simulada média. Não houve correlação entre a profundidade de ablação e a variação da pressão intraocular, no pós-operatório. Usando a fórmula proposta, pudemos averiguar que 80% dos pacientes apresentaram pressão intraocular entre ± 2,50 mmHg da pré-operatória.
Keywords: Pressão intraocular; Ceratomileuse assistida por excimer laser in situ; Lasers de excimer; Tonometria ocular; Topografia da córnea; Procedimentos cirúrgicos refrativos
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OBJETIVO: Comparar a dor relacionada à injeção intravítrea e panfotocoagulação no tratamento de pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco. MÉTODOS: Estudo prospectivo incluindo pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco e nenhum tratamento a laser prévio aleatoriamente designados para receber panfotocoagulação retiniana (grupo PRP) ou panfotocoagulação e ranibizumabe intravítreo (grupo PRPplus). Em todos os pacientes, a panfotocoagulação foi administrada em duas sessões (semanas 0 e 2), e ranibizumabe intravítreo foi administrado no final da primeira sessão de laser no grupo PRPplus. Retratamento foi realizado nas semanas 16 e 32 se neovasos ativos fossem detectados na angiofluoresceinografia, utilizando ranibizumabe intravítreo no grupo PRPplus e laser adicional grupo PRP. Após o fim do retratamento, uma Escala Analógica Visual de 100-unidades foi utilizada para a estimativa da pontuação da dor. O paciente foi questionado sobre a intensidade da dor durante todo o procedimento (sessão de fotocoagulação de retina ou injeção intravítrea de ranibizumabe). A comparação dos índices de dor foi realizada utilizando um teste não-paramétrico (Wilcoxon rank sums). RESULTADOS: Dezessete pacientes do grupo PRPplus e 14 do grupo PRP foram avaliados para os índices de dor. Não houve diferenças significativas entre os dois grupos quanto ao sexo, hemoglobina glicosilada e duração da doença. A média de dor da injeção intravítrea (±SEM) foi 4,7 ± 2,1, significativamente menor (p<0,0001) do que a dor média da panfotocoagulação (60,8 ± 7,8). Doze dos 17 pacientes do grupo PRPplus referiram pontuação de intensidade da dor zero, enquanto que o índice mínimo no grupo PRP foi encontrado em um paciente com 10,5. CONCLUSÃO: Em pacientes com retinopatia diabética proliferativa de alto risco que necessitaram de retratamento por neovasos persistentes, houve mais conforto para o paciente quando o retratamento foi realizado com uma injeção intravítrea em comparação com fotocoagulação da retina. Estudos posteriores são necessários para confirmar nossos achados preliminares.
Keywords: Dor; Injeções intravítreas; Retinopatia diabética; Fotocoagulação; Fator A de crescimento endotélio vascular
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Tumor metastático é a neoplasia ocular mais frequente, e a coroide é o local mais comum desta. Tumor de mama seguido de tumor pulmonar são as causas mais comuns de metástases oculares em mulheres e homens, respectivamente. Relatamos o caso de uma paciente de 71 anos com tumor coroidal no olho esquerdo. Posteriormente, estudos de imagem mostraram lesões pulmonares em ambos os pulmões e disseminação a outros órgãos. O diagnóstico de carcinoma bronquioloalveolar foi feito por biópsia. A paciente foi a óbito antes de se iniciar tratamento adequado.
Keywords: Coróide; Metástase neoplásica; Neoplasia ocular; Neoplasias pulmonares; Olho; Relato de caso
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Objetivo: Comparar o desempenho óptico e resultado visual entre duas lentes multifocais difrativas: AMO Tecnis® ZMB00 e AcrySof® ReSTOR® SN6AD1. Métodos: O estudo prospectivo, comparativo não randomizado incluiu avaliação de 74 olhos em 37 pacientes com indicação de facectomia e candidatos a implante de lente multifocal. Critérios de exclusão foram: presença de outras doenças oculares; cirurgia ocular prévia; alta miopia axial; astigmatismo cornenano maior que 1,00 D cilíndrica; complicações intraoperatórias ou pós-operatórias. A avaliação oftalmológica contou com medida da acuidade visual para longe corrigida (CDVA) e não corrigida (UDVA), intermediária (DCIVA) e curta distância (DCNVA) com melhor correção óptica para longe; teste de sensibilidade ao contraste; análise de frente de onda e curva visual de Defocus. Resultados: A UDVA foi de 0,09 logMAR para o grupo SN6AD1 e 0,08 logMAR para o grupo ZMB00; com correção foi de 0,04 logMAR para SN6AD1 e 0,02 para o grupo ZMB00 (p>0,05). O grupo SN6AD1 obteve valor de 0,04 logMAR e o grupo ZMB00 de 0,09 logMAR para DCNVA (p<0,05) e DCIVA de 0,17 logMAR para SN6AD1 e 0,54 logMAR para ZMB00 (p=0,000). Houve melhora do equivalente esférico e da UDVA em ambos os grupos (p<0,05). Em condições fotópicas, o grupo SN6AD1 teve melhor sensibilidade ao contraste em baixas frequências sem ofuscamento (p<0,05), contudo grupo ZMB00 obteve melhor sensibilidade em altas frequências (p<0,05) com ofuscamento. As lentes SN6AD1 e ZMB00 obtiveram comportamento semelhantes para visão intermediária na curva de Defocus, porém, o grupo ZMB00 mostrou menor distância de leitura que o grupo SN6AD1. Não houve diferença com significância estatística relacionada à aberrometria na comparação dos dois grupos. Conclusão: As duas lentes promoveram melhor qualidade de visão para longe e perto e comportamento semelhante para visão intermediária. O grupo ZMB00 exibiu melhores resultados para sensibilidade ao contraste em condições fotópicas em alta frequência espacial e SN6AD1 em baixa frequência espacial.
Keywords: Lentes intraoculares; Sensibilidades de contraste; Aberrometria; Acuidade visual
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Objetivo: Fornecer orientações sobre a frequência e os componentes dos exames oftalmológicos para crianças saudáveis de 0 a 5 anos.
Métodos: Essas diretrizes foram desenvolvidas com base em revisão bibliográfica e experiência clínica de um comitê de especialistas. Foram realizadas buscas PubMed/Medline; documentos selecionados não se restringiram a revisões sistemáticas, ensaios clínicos randomizados e estudos observacionais. Quando adequado, o perfil GRADE foi aplicado para graduá-los e o consenso de especialistas foi usado nos tópicos sem evidência científica. Também foram revisadas as recomendações pela Academia Americana de Pediatria, Associação Americana de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo, Academia Americana de Oftalmologia, Royal College of Ophthalmologist e Sociedade Canadense de Oftalmologia. O documento final foi aprovado pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica e Sociedade Brasileira de Pediatria.
Resultados: Os recém-nascidos devem ser submetidos ao teste do reflexo vermelho e inspeção dos olhos e anexos pelo pediatra dentro de 72 horas de vida ou antes da alta da maternidade. O teste do reflexo vermelho deve ser repetido pelo pediatra durante as consultas de puericultura pelo menos três vezes ao ano durante os primeiros 3 anos de vida. Se factível, um exame oftalmológico completo pode ser feito entre 6 a 12 meses de vida. Até os 36 meses de idade, os marcos visuais, função visual apropriada para a idade, fixação e alinhamento ocular também devem ser avaliados pelo pediatra ou médico da família. Pelo menos um exame oftalmológico completo deve ser realizados entre 3 e 5 anos de idade. O exame deve conter pelo menos inspeção dos olhos e anexos, avaliação da função visual apropriada para a idade, avaliação da motilidade e alinhamento ocular (testes de cobertura), refração sob cicloplegia e avaliação do fundo de olho dilatado.
Conclusões: As diretrizes sobre a frequência da avaliação oftalmológica são ferramentas importantes para orientar os médicos sobre a melhor prática a fim de evitar problemas visuais tratáveis na infância, que poderiam comprometer seu desenvolvimento social, escolar e global, além de causar perda permanente da visão.
Keywords: Técnicas de diagnóstico oftalmológico, Triagem visual; Testes visuais; Criança, Lactente
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Objetivos: Rever características epidemiológicas de crianças submetidas a cirurgia de catarata, em centro de referência no estado de São Paulo, Brasil, e fatos associados a atrasos no tratamento.
Métodos: Um total de 240 olhos submetidos a cirurgia de catarata, em 178 crianças, foram revisados neste estudo transversal observacional. Os seguintes aspectos foram analisados: características clínicas e epidemiológicas, sinais apontados pelos pais, teste do reflexo vermelho, olho operado e idade no diagnóstico e na cirurgia.
Resultados: A média de idades na primeira visita e cirurgia de catarata foi de 48.9 meses (DP=50,0 meses) e 64.5 meses (DP=55.4 meses), respectivamente. O sinal mais importante apontado pelos pais foi a leucocoria. O teste do reflexo vermelho foi realizado em dois terços das crianças com resultados anormais em 28%. Histórico familiar de catarata foi evidente em 30 (20,9%) crianças (n=144). Os achados mais prevalentes em termos de histórico de problemas oculares foram: cirurgias oculares prévias em 37 (16,6%) olhos (n= 223), alterações do segmento anterior em 20 (9,0%) olhos (n=221), estrabismo em 21 (9,5%) olhos (n=220) e nistagmo em 38 (24,4%) crianças (n=156).
Conclusões: Uma das causas para o atraso na admissão pode ter sido a falha em realizar o teste do reflexo vermelho, apesar de não ter sido possível verificar se todas as crianças foram submetidas ao exame. A hereditariedade foi o fator mais importante quanto à causa da catarata nessas crianças. A presença de estrabismo e nistagmo mais uma vez aponta para o diagnóstico tardio. Ausência de programas de referência e centros oftalmológicos especializados em crianças, além do número restrito de profissionais de apoio treinados na área e especialistas em oftalmologia pediátrica, foram as barreiras mais importantes para o tratamento adequado da catarata em crianças.
Keywords: Catarata/ congênito; Extração de catarata; Técnicas de diagnóstico oftalmológico ; Baixa visão; Atenção terciária à saúde; Criança
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