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Abstract
OBJETIVO: O objetivo desse estudo foi comparar as soluções oftálmicas de fumarato de cetotifeno 0,025% e de cloridrato de olopatadina 0,1% em pacientes portadores de ceratoconjuntivite primaveril. MÉTODOS: Avaliação realizada em um único centro, simples-cega, comparando-se paralelamente cetotifeno e olopatadina. As medicações foram avaliadas em 4 momentos (dias 1, 7, 14 e 21) por meio de tabelas de graduações padronizadas. A freqüência de eventos adversos foi a principal variável de segurança. RESULTADOS: Na avaliação da evolução do prurido ocular, ardor, lacrimejamento, hiperemia conjuntival, secreção e fotofobia observou-se que o uso tópico do cetotifeno proporcionou melhora significante deste sintoma em relação a olopatadina (p>0,05). Observou-se que a partir do 7º dia de tratamento os pacientes em uso da olopatadina tinham menos ardor, em relação aos que fizeram uso do cetotifeno, mas após o 21º dia essa relação inverteu. Na comparação da sensação de corpo estranho, papilas e pontos de Horner-Trantas evidenciou-se equivalência sem significância estatística. CONCLUSÃO: Concluímos que ambas são drogas equivalentes e atuaram de forma eficaz e segura na remissão dos sintomas relacionados à conjuntivite alérgica primaveril. Houve diferença a favor do cetotifeno (p<0,05) na melhora do prurido, lacrimejamento, hiperemia conjuntival, presença de secreção e fotofobia.
Keywords: Conjuntivite alérgica; Cetotifeno; Soluções oftálmicas; Dibenzoxepinas; Combinação de medicamentos
Abstract
OBJETIVOS: Investigar o intervalo entre as piscadas em adultos jovens e em présbitas, durante conversação e leitura no monitor do computador. MÉTODOS: Realizou-se estudo transversal, analítico, em amostra prontamente acessível, composta por funcionários da Volkswagen do Brasil, em Curitiba (Paraná-Brasil). A amostra foi dividida em dois grupos de acordo com a idade: grupo 1 (20-39 anos); grupo 2 (40-53 anos). Foram excluídos menores de 18 anos, portadores de doenças oculares, usuários de lentes de contato e não usuários de computador. Os participantes tiveram suas faces filmadas por 10 minutos durante atividades de conversação e leitura no monitor do computador. Utilizou-se teste t de Student,com nível de significância de 95%. RESULTADOS: A amostra compôs-se de 108 indivíduos, sendo o grupo 1 com 77 indivíduos, com idade média 30,09 ± 5,09 anos e grupo 2 com 31 indivíduos, com idade média 44,17 ± 3 anos. O tempo médio entre as piscadas, no grupo 1, em conversação foi de 5,16 ± 1,83 e leitura no monitor de 10,42 ± 7,78 segundos; no grupo 2, em conversação foi de 4,9 ± 1,49 e leitura no monitor de 10,46 ± 5,54 segundos. Encontrou-se distância maior entre as piscadas, durante a leitura no monitor (p<0,0001) nos dois grupos etários. Conferindo os resultados encontrados nos dois grupos, nas situações de conversação e leitura no monitor, não houve diferença estatisticamente significativa (p>0,05). CONCLUSÃO: Houve um aumento no intervalo entre as piscadas, em adultos jovens e em présbitas, durante a leitura em monitor quando comparada com situação de conversação. Não se evidenciou diferença estatisticamente significativa entre os participantes dos dois grupos, nas situações de conversação e leitura no monitor.
Keywords: Terminais de computador; Piscadela; Presbiopia; Adolescente; Adulto
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