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Abstract
Achados clinicopatológicos de um paciente de 44 anos, branco, do sexo masculino, que apresentava coloboma bilateral congênito de retina e coróide e que, posteriormente, desenvolveu um grande melanoma da coróide no seu olho de melhor visão. O olho contendo o tumor maligno foi enucleado e os achados histopatológicos confirmaram o diagnóstico clínico de melanoma de coróide, neste caso do tipo celular epitelióide.
Keywords: Coloboma; Anormalidades do olho; Melanoma; Neoplasias da coróide; Relatos de casos
Abstract
Objetivos: Comparar o impacto das alterações oculares entre o tratamento sistêmico de doxiciclina e isotretinoína em baixa dosagem em pacientes com rosácea papulopustulosa moderada a grave.
Métodos: Os pacientes form randomizados para receber isotretinoína 0,3 a 0,4 mg/kg (grupo A) ou doxiciclina 100mg/dia (grupo B) por 16 semanas. Os sintomas oculares foram pesquisados e avaliados, incluindo melhor acuidade visual corrigida, teste de Schirmer, tempo de ruptura do filme lacrimal, coloração de rosa bengala e graduação da disfunção de glândula de Meibomius. Os pacientes foram novamente testados no final do tratamento.
Resultados: O presente estudo incluiu 39 pacientes (30 mulheres e 9 homens). A melhor acuidade visual corrigida foi >20/30 em >90% dos pacientes em ambos os grupos e não se alterou após o tratamento. A melhora dos sintomas oculares e da disfunção de glândula de Meibomius foi mais pronunciada no grupo B (p<0,05) após o tratamento; as demais variáveis não atingiram significância estatística.
Conclusão: A doxiciclina melhorou a disfunção de glândula de Meibomius, os sintomas oculares e a superfície ocular de pacientes com rosácea. Mesmo que alguns pacientes tenham piorado a disfunção e os sintomas da glândula de Meibomius, nenhum indivíduo apresentou complicações graves após a administração de baixas doses de isotretinoína.
Keywords: Rosácea/tratamento farmacológico; Doxiciclina/uso terapêutico; Doxiciclina/administração & dosagem; Isotretinoina/uso terapêutico; Isotretinoina/administração & dosagem; Superfície ocular; Blefarite
Abstract
Objetivo: investigar os efeitos vasculares da fotobiomodulação com diodo emissor de luz utilizando membrana embrionária corioalantóide de ovos de galinhas em grupos com diferentes tempos de exposição e detectar as alterações morfológicas por meio de métricas quantitativas promovidas pela luz na arquitetura da rede vascular.
Métodos: Um aparelho de fototerapia com diodo emissor de luz no comprimento de onda de 670 nm foi usado como fonte de fotobiomodulação. A luz vermelha foi aplicada a uma distância de 2,5 cm da superfície da membrana embrionária corioalantóide em 2, 4 ou 8 sessões de 90 s a arquitetura da rede vascular foi analisada por meio do software AngioTool (National Cancer Institute, USA). Usamos um grupo controle negativo tratado com 50 µL de solução salina tamponada com fosfato (PBS) pH 7,4 e um grupo controle positivo (Beva) tratado com 50 µL de solução de bevacizumabe (Avastin, Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A., Brasil).
Resultados: Uma diminuição no comprimento total do vaso foi detectada para o grupo Beva (24,96 ± 12,85%), e para todos os grupos que receberam terapia de luz vermelha de 670 nm, 34,66 ± 8,66% (2x), 42,42 ± 5,26% (4x) e 38,48 ± 6,96% (8x) em comparação ao grupo controle. A incidência de 5,4 J/cm2 em 4 sessões (4x) mostrou vasos mais regulares. A redução foi mais intensa nos grupos que receberam maior incidência de luz vermelha de 670 nm (4x e 8x).
Conclusão: A fotobiomodulação contribui para a redução da vascularização nos vasos da membrana embrionária corioalantóide de ovos de galinhas e mudanças na arquitetura da rede. Os achados deste experimento abrem a possibilidade de considerar um estudo clínico usando esta terapia em pacientes com doenças retinais com componentes neovasculares, especialmente degeneração macular relacionada à idade.
Keywords: Fotobiomodulação; Membrana corioalantoica; Terapia com luz vermelha; Angiogênese; Degeneração macular relacionada à idade; Vasos retinais
Abstract
PURPOSE: This study aimed to evaluate the total macular thickness as well as the thickness of the inner and outer retinal layers in patients with Parkinson's disease. It also aimed to verify the correlation of these parameters with motor symptoms and cognitive function.
METHODS: A total of 46 eyes of 23 patients with Parkinson's disease and 40 eyes of 20 healthy controls were included in the study. The patients' cognitive, functional, and nonmotor symptoms were evaluated using the Katz Index of Independence and Pfeffer's Activities of Daily Living, Mini-Mental State Examination, Frontal Assessment Battery, Schwab and England Staging Scales, and Movement Disorders Society Nonmotor Symptoms Scale. The macular thickness measurements obtained via total, inner, and outer optical coherence tomography were recorded. Furthermore, the correlation of the parameters of optical coherence tomography with cognitive, functional, and nonmotor symptoms was assessed.
RESULTS: The scores of the Katz Index of Independence and Pfeffer's Activities of Daily Living as well as the Movement Disorders Society Nonmotor Symptoms Scale were significantly lower in patients with Parkinson's disease than in healthy controls. Moreover, the former had greater total macular thickness. The temporal and inferior outer sectors were significantly greater for the ganglion cell complex thickness in patients. A significant correlation was observed between the total macular thickness and the Movement Disorder Society-Unified Parkinson's Disease Rating Scale, Parte III (MDS-UPDRS-III) values. Contrarily, there was a negative correlation between the outer macular thickness and the MDS-UPDRS-III values. Meanwhile, the total macular thickness and ganglion cell complex thickness were significantly correlated with the scores of the Mini-Mental State Examination, Schwab and England Staging Scale, Frontal Assessment Battery, and Katz Index of Independence and Pfeffer's Activities of Daily Living. In addition, the Schwab and England scale was correlated with the outer macular thickness.
CONCLUSION: The total and inner macular thicknesses at the temporal and inferior outer sectors were greater in patients with Parkinson's disease than in the control group. These findings indicate that macular thickness may be greater in those with Parkinson's disease, particularly when associated with mild motor symptoms. In addition, the parameters of the total, inner, and outer optical coherence tomography were significantly associated with motor and nonmotor symptoms as well as cognitive function impairment.
Keywords: Parkinson's disease; Tomography, optical coherence; Neurodegenerative diseases; Cognitive dysfunction; Cognition; Motor perception; Visual acuity; Retina
Abstract
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